# Proposição 2
Os convertidos apostólicos eram chamados por seus mestres de pessoas justificadas.
Sabemos que somente pessoas inocentes podem ser justificadas legalmente; mas não é no sentido forense que esse termo é usado pelos Apóstolos. Entre os judeus, significava nada mais do que perdoado; e quando aplicado aos cristãos, significava que eles eram absolvidos da culpa — liberados da condenação e considerados justos aos olhos de Deus.
Paulo, em Antioquia da Pisídia, assegurou aos judeus que em ou por Jesus todos os que criam eram justificados de todas as coisas, (certamente aqui é equivalente a perdoados de todos os pecados,) dos quais não poderiam ser justificados pela lei de Moisés. Diz-se que os discípulos são justificados pela fé.10 Por favor ou graça.11 Em ou por o sangue de Cristo.12 Pelo nome do Senhor Jesus.13 Por obras.14 É Deus quem justifica.15
Diz-se que os cristãos são justificados por Deus, por Cristo, por favor, pela fé, pelo sangue de Jesus, pelo nome do Senhor Jesus e pelo Espírito de Deus — também por obras. Perdão e absolvição são as ideias principais em todo uso do termo. Deus é o justificador. Jesus também, como seu Messias, justifica, e o Espírito o declara. Como ato de favor, é feito, pelo sangue de Jesus como a causa legítima e eficaz — pela fé como a causa instrumental — pelo nome de Jesus, o Senhor, como a causa imediata e conectiva, e por obras, como a causa demonstrativa e conclusiva. Nada é mais claro a partir dos testemunhos acima do que todos os cristãos serem declarados justificados sob o reinado de Jesus Cristo.